Os protestos são contra o governo de Nicolás Maduro e contra o agravamento da situação econômica da Venezuela que se mantêm desde 12 de fevereiro. Muitos cidadãos decidiram não parar os protestos nos dias do carnaval, embora outras milhares de pessoas usem estes dias para descansar com suas famílias viajando para praias venezuelanas.
Há vários avisos pela cidade que retratam as zonas residenciais como balneários. “Praia Cumbres” – diz um cartaz nas redondezas de Cumbres. María Buroz, uma moradora local, considera este tipo de manifestação não-violenta como irrelevante diante à negativa do governo em escutar os pedidos que a oposição tem levantado. “É bizarro, piscinas de plástico e guarda-sóis, lado a lado às barricadas, é algo tão cínico quanto convocarmos o Carnaval quando passamos por três semanas de protestos em todo o país, com um saldo de gente morta, ferida, detida e torturada”, diz.
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