Conforme se esperava, Lance Stroll e Valtteri Bottas foram escolhidos como os pilotos da Williams em 2017.
Lance alcança a F1 ainda precisando se consolidar como um grande talento. O título na F3 Europeia foi facilitado pela pouca qualidade do grid. A má impressão deixada enquanto piloto de desenvolvimento da Ferrari também não ajuda. Traçando caminho semelhante ao de Max Verstappen, Stroll precisa mostrar que tem o mesmo ‘algo mais’ do holandês.
Além da importância pessoal de estrear na F1, Stroll também acaba com uma sequência de seu país. Desde a saída conturbada de Jacques Villeneuve no meio da temporada 2006, o Canadá não teve nenhum representante na categoria máxima do automobilismo.
Bottas também confirmou seu acordo, partindo para a quinta temporada na F1 — todas com a Williams, equipe que o acolhe desde 2013, quando substituiu Bruno Senna. Os números do finlandês são bons, mas não espetaculares: em 76 GPs, nove pódios e uma volta mais rápida. A tão sonhada primeira vitória ainda não veio, consequência direta do domínio total da Mercedes, mas Valtteri faz sua parte: o quarto lugar no Campeonato de Pilotos de 2014, seu melhor resultado, mostra que o piloto tem capacidade.
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